Classes de filtragem: diferenças entre filtros G4, M5 e H13

Classes de filtragem: diferenças entre filtros G4, M5 e H13

Classes de filtragem: diferenças entre filtros G4, M5 e H13

A gestão de sistemas de climatização e tratamento de ar em 2026 exige uma ruptura com a ideia de que a filtragem é só mais uma questão que gera custos.

O mercado de purificação evoluiu para exigir que cada filtro de ar fino ou pré-filtro atue como um garantidor de eficiência e saúde ocupacional.

A empresa Manflair observa que negligenciar as especificações térmicas da norma ISO 16890 resulta em sistemas sobrecarregados e custos operacionais desnecessários.

Vem ler esse conteúdo para entender melhor como escolher o seu filtro.

Qual a diferença técnica entre as classes G4, M5 e H13?

Entender a hierarquia de filtragem é fundamental para não sobrecarregar o sistema.

Cada classe possui um objetivo mecânico distinto, definido pela capacidade de retenção de partículas de diferentes tamanhos:

  • ● Filtros G4 (grossos) atuam como a "primeira linha de defesa". São projetados para capturar partículas grandes, acima de 10µm (micras), como areia, pólen e fuligem macroscópica. Sua função principal é proteger os equipamentos e os filtros de maior custo que vêm a seguir;
  • ● Filtros M5 (médios) é aqui que o conceito de filtro de ar fino começa a ganhar corpo. Eles retêm partículas entre 1µm e 10µm, como poeira atmosférica fina e alguns tipos de bactérias. São essenciais para manter as serpentinas de ar condicionado limpas e eficientes;
  • ● Filtros H13 (absolutos/HEPA) representam o topo da pirâmide de pureza. Com eficiência de 99,95% para partículas de até 0,3µm, são barreiras intransponíveis para vírus, bactérias e fumaças tóxicas.

Como o intercalamento sistêmico entre G4, M5 e H13 garante 10 anos de vida útil?

Um filtro absoluto H13 (HEPA) pode custar significativamente mais que um pré-filtro.

No entanto, proprietários de plantas industriais e edifícios comerciais inteligentes conseguem estender a vida útil de um HEPA para até uma década, sendo agressivos na troca dos estágios iniciais.

O segredo da longevidade operacional é a simbiose entre as classes de filtragem.

  1. G4 retém partículas macroscópicas (>10µm), como pólen e poeira aparente, impedindo que o filtro de ar fino subsequente sofra saturação precoce.
  2. M5 atua na faixa de 1 a 10µm. Sua função principal é proteger a serpentina do HVAC contra o acúmulo de fungos e esporos, além de agir como barreira intermediária.
  3. H13 oferece eficiência de 99,95% no MPPS (tamanho de partícula mais penetrante).

Por que o Filtro H13 (HEPA) deixou de ser exclusividade de centros cirúrgicos?

Pós-pandemia, a percepção sobre segurança biológica mudou.

O filtro H13 migrou de hospitais para o padrão corporativo de alto padrão, então escritórios que adotam esse estágio de filtragem registram redução direta no absenteísmo dos funcionários.

A má qualidade do ar interno gera perdas bilionárias em produtividade globalmente.

O uso de um filtro de ar fino de alta eficiência ou um sistema HEPA funciona como um seguro contra a inatividade da equipe.

Ao detalhar a tecnologia de microfibras de vidro, percebe-se que a filtragem ocorre por interceptação, impacto e difusão, processos que garantem a retenção de vírus e bactérias.

Trocar filtros por calendário fixo é uma decisão financeiramente ineficiente?

O erro comum de trocar elementos filtrantes a cada 3 ou 6 meses, baseando-se apenas em datas, gera desperdício de material ou exposição a riscos.

A vida útil de um filtro de ar fino depende exclusivamente da carga de partículas do ambiente e do volume de ar processado.

O padrão ideal de manutenção é o monitoramento da pressão diferencial medida em Pascal (Pa).

Sensores de pressão indicam o momento exato da saturação, um filtro de ar fino pode durar dois meses em uma planta têxtil e seis meses em um escritório administrativo no mesmo complexo.

Trocar ambos no mesmo dia ignora as variáveis operacionais e desperdiça um componente que ainda teria capacidade de retenção sem elevar o consumo energético.

A Manflair recomenda o uso de indicadores de pressão para validar a necessidade real de substituição.

O impacto da filtragem correta na preservação do meio ambiente e ROI

A escolha de um filtro de ar fino tecnológico impacta a sustentabilidade da operação, produtos ecologicamente corretos reduzem o volume de resíduos gerados ao longo dos anos devido à maior durabilidade.

Além disso, a redução na queda de pressão média do sistema diminui a pegada de carbono da edificação ao consumir menos quilowatts-hora.

O Retorno sobre o Investimento (ROI) em filtragem não deve ser calculado apenas pelo custo da peça trocada, na realidade ele deve incluir a economia de energia, a extensão da vida útil dos ventiladores e a prevenção de limpezas pesadas nos dutos de ar.

Ao selecionar um filtro de ar fino, você está optando por um sistema de proteção contra falhas operacionais críticas.

  • ● Para consultar as normas NBR, ASHRAE e as classes de filtragem brasileiras, acesse o resumo em classe de filtragem.

Conclusão

A seleção entre G4, M5 e H13 é uma decisão de gestão de riscos e exigir a ficha técnica com a classificação ISO 16890 e a curva de queda de pressão inicial é o dever de todo comprador técnico.

Um filtro de ar fino bem especificado é a barreira que separa uma operação lucrativa de uma planta com custos de manutenção fora de controle.

Conte com qualidade e tecnologia em filtragem de ar com a Manflair!

A Manflair é especializada na comercialização de filtros de ar projetados para atender às mais rigorosas demandas tecnológicas do mercado industrial e corporativo.

Focada na preservação do meio ambiente, a Manflair seleciona apenas produtos de primeira linha de fornecedores com elevado nível tecnológico, garantindo que cada filtro de ar fino fornecido seja ecologicamente correto e eficiente.

Se a sua operação está perdendo dinheiro com filtros saturados ou mal especificados, entre em contato com os especialistas da Manflair e garanta a integridade do seu sistema de ar agora mesmo.

FAQ: dúvidas operacionais sobre classes de filtragem de ar

1. Um filtro G4 pode ser lavado e reutilizado sem comprometer o sistema?

Depende do material filtrante. Modelos laváveis podem ser reutilizados se a perda de eficiência após a limpeza for validada por inspeção visual e medição de pressão diferencial.

2. Usar apenas filtro M5 é suficiente em ambientes administrativos?

Somente se o ambiente não exigir controle microbiológico. Escritórios com alta densidade de pessoas ou ar recirculado se beneficiam de um estágio absoluto adicional.

3. A troca de filtros influencia diretamente no consumo de energia?

Sim. Filtros saturados aumentam a perda de carga, exigindo maior esforço dos ventiladores e elevando o consumo elétrico do sistema HVAC.

4. Filtros H13 exigem adaptações no sistema existente?

Na maioria dos casos, sim. É necessário verificar vedação, capacidade do ventilador e estrutura do porta-filtro para evitar bypass e sobrecarga.

5. A classe do filtro interfere em auditorias e certificações prediais?

Interfere diretamente. Certificações como LEED, WELL e auditorias sanitárias consideram a classe de filtragem e o método de controle da qualidade do ar interno.